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Mostrando postagens de 2014

10.

Ayer pasé toda la tarde leyendo y viendo documentales sobre la gente de algunos países de África, Haití y Oriente Medio. Mañana es el día de la paz. Día internacional de la paz. Es muy triste ver que hay muchos niños que mueren de hambre, de enfermedades y el sufrimiento a causa de la guerra. El mundo está enfermo, completamente enfermo. No hay más espaci o para la caridad, el amor y el humanismo. Sólo tenemos tiempo para la carrera por el dinero, para vender y comprar. No hay tiempo para la naturaleza. No hay tiempo para nuestros amigos, no hay tiempo para nuestros padres. Espero que algún día pueda despertar sin malas noticias, aunque sólo sea por un día!

09.

num instante fora do tempo...

Um brinde

Reúna os amigos. Faça um brinde. Dê boas risadas. Aumente o volume. Vá ao teatro. Assista um bom filme. Trabalhe duro. Ande na chuva. Presenteie você. Ande de bicicleta por aí. Planeje uma viagem. Peça seu prato preferido. Brinque com crianças. Converse com idosos. Escute os pássaros. Aprecie o pôr do sol. Olhe as estrelas. Feche os olhos. Respire fundo. Ajude quem puder. Seja gentil. Ande pela cidade. Leia um livro. Escreva uma carta. Sorria sem motivos. Viva sem medo.

07.

Vida a fora, noite adentro! É noite, megalópole de São Paulo. Deixei a faculdade pensando nas aulas de História do Direito/Filosofia e Sociologia, divagando sobre a realidade. (2013) Ao ótimo som de Break on Trought, da Banda The Doors. Caminhando por ruas da incrível São Paulo, mais precisamente na Avenida Liberdade, onde a fumaça do meu cigarro se espalhava pelo ar e misturava-se com as luzes dos carros que iam e vinham não sei de que lugar e para qual lugar, cheguei próximo da estação do metrô. Lá fui para encontra-la, Mônica, pseudônimo da mulher que me faria companhia na última sexta-feira de inverno. Fomos a um bar e enquanto tomávamos nossas cervejas e ríamos sobre nossas realidades, um senhor desafortunado da vida, de nome Severino nos interrompeu. Ele carregava em suas mãos sujas, alguns brincos e tentou vender os mesmos, por algum trocado. Perguntei de onde era. Ele respondeu-me que era de João Pessoa e que deixou sua terra natal há mais de 20 anos e vive aqui na C...

Todos iguais

Somos todos iguais... Uns mais iguais que os outros.

Regras

Nota de rodapé! Nada faz sentido. Vou apagar tudo e recomeçar. Escrever mais e menos. Sem sentido o tempo todo! Caminhei por Sampa ontem (sábado 19/07/2014). Foi surreal, o café no mercadão, o artista desconhecido nas ruas. Sampa é uma cidade de contraste. Não produz sombras... 22:22 (Domingo) -   Fim do dia. Lendo o que escrevi no passado. Em que diabos eu pensava quando escrevi alguns textos? Não tem direção. Sei lá. Tudo muito vago. Ruim. Eu não entendo... Estragos da noite. Sei lá. Há algo metafísico. Não há regras (somente ortográficas), a ideia é essa, jogar com as palavras. Misturar as vogais e rabiscar consoantes. Já é tarde...

04.

22:22 (Domingo) -   Fim do dia. Lendo o que escrevi no passado. Em que diabos eu pensava quando escrevi alguns textos? Não tem direção. Sei lá. Tudo muito vago. Ruim. Eu não entendo... Estragos da noite. Sei lá. Há algo metafísico. Não há regras (somente ortográficas), a ideia é essa, jogar com as palavras. Misturar as vogais e rabiscar consoantes. Já é tarde...

03.

Caminhei por Sampa ontem (sábado 19/07/2014). Foi surreal, o café no mercadão, o artista desconhecido nas ruas. Sampa é uma cidade de contraste. Não produz sombras...

Cidade de São Paulo

Vivemos de arte, de ar poluído e metrô lotado. >>> Cidade de São Paulo

Viajar

Tirar os pés da terra firme...   Aprendi muito com o tempo, sobre o que é a vida e sobre o que quero de mim mesmo para minha vida. Sou um rapaz de sorte, abençoado. Em todas as viagens que fiz, sempre encontrei gente interessante. Sempre me deparei com senhores e senhoras que me encantaram. Aprendi muito mais em bons minutos de conversas com todos eles, do que li em muitos livros. No Rio, com o Mr. Lago, eu aprendi como ser um cavalheiro. Aquele senhor é um verdadeiro gentleman. Na cidade de Tigre, na Argentina, bons minutos de conversa sobre política, com um ex-marinheiro, me fez entender muito mais sobre a política da América Latina, do que nos anos de colegial. Dividi em um pub no ano de 2011, em Santiago do Chile, algumas boas cervejas, com um casal de Chilenos de Setenta e poucos anos, que me alegraram muito. Andando do Leblon até Copacabana com um casal de Alemães também de Setenta e poucos anos, aprendi sobre tecnologia e como manter o cora...

Uma crônica sem crônica alguma

28 “Já vivi tanta coisa... Tenho tantas pra viver”. Aprendi muito, mas eu esqueci muito mais.   Tive e tenho professores maravilhosos. Nesses 27 anos descobri muita coisa a meu respeito. E também não descobri nada. Conheci muita gente interessante. Fiz amigos, verdadeiros amigos por onde passei.   “I get high with a little help from my friends”. Li livros incríveis, verdadeiras obras da literatura. Escutei músicas de todos os tipos. Viajei bastante, mas não tanto quanto gostaria. A mochila me levou para lugares surreais, mas minha imaginação foi me abandonando conforme fui deixando de ser criança. “É que eu nasci com o pé na estrada, com a cabeça lá na lua”. Vi coisas maravilhosas na natureza, mas vi tristeza e destruição. Culpa do homem. Olhei inúmeras noites belíssimas, com estrelas iluminando o céu. Mas passei por algumas noites de lágrimas e solidão.   “Eu vejo estrelas saindo no céu. É o claro e o vazio do céu”. Apaixonei-me... E com sinc...

Simplicidade

Olhar para o céu de noite. Gosto de olhar para lua. Sou capaz de ficar sentado por horas só admirando a beleza do luar. Viajar de avião, sempre no final da tarde, para aproveitar o pôr do sol. Traz uma sensação de alívio. A beleza da vida está nela mesma. Não é preciso ter luxos para ser feliz. É possível alegrar o coração escutando o canto dos pássaros. É só prestar atenção. Acordar cedo e olhar o nascer do dia também pode trazer alegria, paz, uma sensação de liberdade. Não sei explicar bem, mas é algo bom. Bem, é o que eu sinto. Quando praticava montanhismo, o mais difícil não era a subida cansativa até o cume, era abandonar a paisagem. Montanhas... Montanhas, eu preciso voltar a visitá-las. A natureza renova a alma. Talvez toda essa tecnologia esteja me afastando de tudo, principalmente de mim mesmo. Será que estou perdendo minha identidade?! Acho que estou! Sentir o vento, andar na chuva, pisar no barro, terra molhada, fazer um avião de papel... Simplicida...

Perto dos 30

Estou perto daquela idade em que dores nas costas são sinais de que o corpo precisa de mais descanso e menos noitadas de cervejas e cigarros. PQP! O que antes era fácil de aguentar, agora são horas de resmungos! “Quero minha casa”, “Não aguento mais esse barulho”, e por ai vai a minha lista de negativismo na vida noturna hoje. Olhar as fotos antigas dá uma nostalgia triste e alegr e ao mesmo tempo. Os cadernos da escola são as lembranças do que fui e o que sou hoje, triste para caralho! Futebol na rua, porra, quanto tempo desde a última vez. Era um profissional de pelada no asfalto, com as traves feitas de chinelos e tijolos. As vizinhas ficavam loucas. Agora o corpo pede mais atenção. Balada com luzes piscando e aquelas sensações de mundo psicodélico dão lugar para livros, cinema... E chá. Porra, como tô diferente! Era fácil não pensar em nada. Hoje não dá nem para dormir sem pensar em algo que aconteceu, está acontecendo ou vai acontecer... Ou que tudo isso nã...